Harmonizações · referências clássicas: a preparação e o seu gosto contam mais.
Caril, cozinha tailandesa, tajine, cuscuz temperado: o picante amplifica o álcool e os taninos. A resposta: brancos aromáticos, um toque de açúcar residual, e frescura. Os grandes rieslings alemães são imbatíveis neste terreno.
Aromático e ligeiramente doce, acalma o picante em vez de o atiçar.
Um rosé estruturado segue os tajines e os grelhados picantes.
A bolha refresca o palato entre duas dentadas temperadas.
Uma boa harmonização equilibra o prato e o vinho: nenhum dos dois deve dominar. As sugestões acima são clássicos comprovados da categoria, não regras: a preparação, o molho e o seu gosto contam mais. Em caso de dúvida, a harmonização regional (o vinho da terra do prato) raramente falha.
Caviste faz esta harmonização com as suas próprias garrafas: escreva « raclette » ou « peixe » na busca da sua garrafeira e a aplicação ordena os seus vinhos por afinidade, dando prioridade aos que estão no apogeu. Descubra o Caviste.