Harmonizações · referências clássicas: a preparação e o seu gosto contam mais.
Mexilhões, camarão, lagostins, marisco variado: o iodo pede brancos secos, vivos e salinos, servidos bem frescos. É a harmonização regional por excelência: os vinhos do litoral atlântico e mediterrânico nasceram para isso.
Seco, tenso, salino: o vinho prolonga o iodo em vez de o tapar.
Um champanhe vivo (blanc de blancs) é soberbo com ostras e lavagante.
Uma boa harmonização equilibra o prato e o vinho: nenhum dos dois deve dominar. As sugestões acima são clássicos comprovados da categoria, não regras: a preparação, o molho e o seu gosto contam mais. Em caso de dúvida, a harmonização regional (o vinho da terra do prato) raramente falha.
Caviste faz esta harmonização com as suas próprias garrafas: escreva « raclette » ou « peixe » na busca da sua garrafeira e a aplicação ordena os seus vinhos por afinidade, dando prioridade aos que estão no apogeu. Descubra o Caviste.