Harmonizações · referências clássicas: a preparação e o seu gosto contam mais.
Abrir o apetite sem saturar o palato: é toda a arte do aperitivo. Bolhas em primeira escolha, brancos vivos e rosés secos depois; guardam-se os vinhos potentes para a mesa.
A bolha põe todos de acordo e os crémants oferecem uma soberba relação prazer-preço.
Vivo, seco, sem madeira: acompanha azeitonas, gougères e petiscos.
A opção de verão por excelência, servida muito fresca.
Uma boa harmonização equilibra o prato e o vinho: nenhum dos dois deve dominar. As sugestões acima são clássicos comprovados da categoria, não regras: a preparação, o molho e o seu gosto contam mais. Em caso de dúvida, a harmonização regional (o vinho da terra do prato) raramente falha.
Caviste faz esta harmonização com as suas próprias garrafas: escreva « raclette » ou « peixe » na busca da sua garrafeira e a aplicação ordena os seus vinhos por afinidade, dando prioridade aos que estão no apogeu. Descubra o Caviste.