Harmonizações · referências clássicas: a preparação e o seu gosto contam mais.
A regra está no nome do prato: o vinho do molho é o da mesa. Um Borgonha tinto, do regional ao village, abraça naturalmente o prato; na sua falta, um tinto carnudo e fresco serve.
Pinot noir primeiro: a sua frescura aligeira o molho de vinho reduzido.
Uma boa harmonização equilibra o prato e o vinho: nenhum dos dois deve dominar. As sugestões acima são clássicos comprovados da categoria, não regras: a preparação, o molho e o seu gosto contam mais. Em caso de dúvida, a harmonização regional (o vinho da terra do prato) raramente falha.
Caviste faz esta harmonização com as suas próprias garrafas: escreva « raclette » ou « peixe » na busca da sua garrafeira e a aplicação ordena os seus vinhos por afinidade, dando prioridade aos que estão no apogeu. Descubra o Caviste.